O seu negócio é
uma parte importante
da sua vida.
Quando você abre um negócio,
você está fazendo muito
mais do que registrar um
número na Junta Comercial ou instalar uma empresa
em determinado endereço. Você, na verdade, está
transformando um sonho em realidade. Um sonho que
pode ser só seu, de toda sua família ou de um grupo de
colegas e amigos. Um sonho que ganha formas reais,
graças à paixão empreendedora de quem sempre esteve
envolvido com ele. Junto com a frieza dos números,
convivem na gestão de um negócio sentimentos
diversos, como fé, esperança e confiança. Por envolver
aspectos humanos tão sensíveis, todo negócio merece
ser tratado com respeito e cuidado. Ele traduz o direito
legítimo de cada um de evoluir profissionalmente
e compartilhar sua capacidade produtiva com os
demais. É graças àqueles que se atrevem a empreender
seus próprios negócios que são gerados empregos, que
a economia se fortalece e o Brasil ganha o respeito do
mundo. Por isso, todo negócio legal e ético deve ser
estimulado a se desenvolver, através do uso dos mais
modernos recursos técnicos compatíveis com ele. Ir em
frente é direito sagrado de quem teve a determinação de
dar o primeiro passo.
Toda grande empresa nasceu pequena.
Pense na maior empresa que você consegue lembrar.
Naquela que está instalada em dezenas de países, empregando
milhares de pessoas e movimentando bilhões de
dólares. Pois essa empresa, como todas as outras,
maiores ou menores, teve um momento determinante
para a sua existência: o momento em que foi imaginada,
em que alguém sonhou com ela e seu futuro. E que, em
seguida, resolveu colocar esse sonho em prática, convencendo
outras pessoas, buscando recursos, juntando familiares e amigos para trabalhar dia e noite, sete dias por
semana, por muitos anos. Exatamente como ocorre com
a sua empresa. A dedicação ao trabalho, a responsabilidade
na condução dos negócios e a atenção à qualidade
da produção estabelecem o traço comum que desenhou
o sucesso das mais importantes marcas do mundo e que
vai desenhar o futuro da sua. Hoje, o seu negócio pode
ser pequeno porque é novo, mas certamente um dia ele
será tão grande quanto o seu sonho de fazê-lo grande.
Marca, marca, marca.
Afinal, por que marca é tão
importante?
Imagine se cada vez
que você colocasse
um produto para
vender tivesse que contar toda a história dele de novo
ou a cada dia que abrisse a porta da sua loja fosse
como no primeiro dia, ninguém conhecesse. Ou seja,
sem marca você está sempre recomeçando, por melhor
que você trabalhe, por melhores que sejam as suas propostas.
Nada do que você faz de positivo vai somando
para a construção da sua imagem, fica tudo disperso.
Porque é a marca bem trabalhada
quem resume, num único símbolo, a
reputação que você constrói todos os
dias. Cuidada com profissionalismo, ela
vai acumulando conceitos de qualidade
e virando uma referência para as pessoas.
Por isso, com uma marca forte,
tudo fica mais fácil, rápido e econômico
para você.
Quem agrega valor à marca cresce mais rápido.
O que você tem feito para isso?
Quando abrimos um negócio somos movidos, antes de
tudo, pela confiança de que temos capacidade de fazer
bem aquilo a que nos propomos fazer. Isso é fundamental,
mas não é tudo o que vai garantir o sucesso de um produto
ou serviço. Afinal, muitos outros profissionais podem ter
a mesma idéia que nós tivemos e ser também capazes de
fazer as coisas bem feitas. É aí que entra uma palavrinhachave
para ganharmos a atenção do consumidor:
diferencial. Quando nossas atitudes empresariais
são guiadas pelo conceito de
fazer as coisas de maneira diferente
da concorrência, promovemos um
movimento criativo em nossa
força produtiva. A verdade é
que nenhum negócio vai em
frente se não prestar bastante
atenção no mercado. É preciso
saber com clareza onde estamos
atuando, se estamos em
dia com a expectativa das pessoas
sobre o que produzimos, se
nos destacamos da concorrência
ou se produzimos exatamente a
mesma coisa que a concorrência,
e, nesse caso, é preciso saber se conseguimos
produzir a um custo menor e
oferecer um preço mais conveniente. Sim,
são exemplos de questões que, intuitivamente,
muitas vezes já passaram pela sua cabeça. Mas
que precisam ser organizadas para promover ações
sistemáticas e efetivas dentro do seu negócio, com o objetivo
de despertar no consumidor uma percepção de valor
naquilo que produzimos. Isso se chama agregar valor e é
o que faz o consumidor “comprar” a nossa marca, antes
mesmo da aquisição efetiva do que estamos vendendo.
Você já conhece todo
o tamanho do seu mercado?
Você sabia que há outros
consumidores que também
poderiam ser seus?
Nenhum negócio é aberto para vender tudo para todo
mundo. Mas pode apostar: a maioria dos negócios vende
para bem menos gente do que poderia. Inclusive o seu.
E o motivo é a falta de se fazer algumas perguntinhas
básicas: por que algumas pessoas compram minha marca
e outras compram a do meu concorrente? Ou: por que o
meu concorrente vende mais do que eu? E ainda: por que
alguns clientes meus estão mudando para meu concorrente?
Por que eu não consigo atrair os clientes do meu
concorrente? Não há negócio que não se confronte com
questões como essas, seja grande, médio ou pequeno.
A grande verdade é que você não precisa mais continuar
vivendo esses dilemas. Existem técnicas capazes não
apenas de detectar e antecipar-se aos movimentos dos
consumidores como de evitar que eles ocorram. Um bom
programa de fidelização, por exemplo, pode inverter
toda uma tendência de mudança de marca. O desenvolvimento de novas versões de seus produtos ou serviços
pode fazer sua marca avançar muito sobre novos mercados.
Mas, sejam quais forem as atitudes a serem tomadas
e as ferramentas a serem utilizadas, nada disso
pode ser feito aleatoriamente, na base do palpite.
Qualquer decisão necessita, antes, de um estudo sério
da real situação da sua marca no mercado e de quais
as tendências desse mercado; de uma definição técnica
sobre quem são os seus clientes e quem são seus clientes
potenciais; do comportamento de seus concorrentes
e das inovações que a atividade em que você atua vem
desenvolvendo e utilizando no mundo. É a organização
desses dados que ajuda a otimizar o seu negócio,
criando condições de produzir de maneira mais racional
e, assim, viabilizar preços mais competitivos e margens
mais interessantes. Enfim, ganhar mercado e crescer.
Qual é o limite da sua área geográfica de atuação?
Mas existem mesmo limites?
Você abriu o seu negócio acreditando no potencial
de mercado do bairro ou dos bairros que compõem
uma determinada região. E isso pode funcionar bem por
algum tempo. Mas se você aposta unicamente no fato de
ter sido pioneiro ou de não ter concorrentes está correndo
um sério risco. A concorrência vem, sim, e o seu
pioneirismo não vai significar muito se você não tratou
de criar uma marca suficientemente forte para manter
seus clientes, além de atrair outros, vindos de mais longe
em busca da sua fama de qualidade.
As pessoas estão sempre dispostas a buscar produtos ou
serviços onde percebem que vão obter vantagens com
isso. Assim é o mercado: da mesma forma como a concorrência
persegue o consumidor da região em que você
está, cabe a você fazer a mesma coisa em outras regiões.
A verdade é que a criatividade na construção da marca
não conhece limites geográficos e procura os clientes
potenciais onde eles estiverem.
Você está seguro
sobre quem são, realmente,
seus concorrentes?
Você pode achar
que seus concorrentes
são aquelas
empresas que fazem a mesma coisa que você faz. Mas
esses são apenas os seus concorrentes diretos. Por serem
concorrentes diretos, fica bem mais fácil identificá-los,
medir o grau da ameaça que representam e estabelecer
as ações necessárias para enfrentar sua concorrência. No
entanto, há também os concorrentes indiretos. E estes
costumam se apresentar de diversas maneiras, inclusive
sob belos disfarces. Certos modismos que são lançados,
propondo mudanças de determinado hábito de consumo,
por exemplo, podem afetar o desempenho do seu negócio
se você não estiver bem orientado para se adaptar
às novas tendências. É preciso estar muito atento e bem
assessorado tecnicamente para fazer os movimentos certos
no mercado. Só assim saberemos fazer as coisas certas
para enfrentar a concorrência com uma marca forte.
Depois de todas essas reflexões é hora de se perguntar:
o que a propaganda pode fazer pelo meu negócio?
Qual é o papel básico da propaganda na vida de um
negócio? Dar sentido a ele, na medida em que as pessoas
ficam sabendo da sua existência. Foi desse princípio,
simples e lógico, que nasceu a propaganda. Da necessidade
fundamental que cada negócio tem de vender o
que produz. Na verdade, propaganda e vendas são irmãs
inseparáveis. É a propaganda que transforma intenções
de empresários em iniciativas de consumidores. É a propaganda
que lembra e avisa o mercado de que seu negócio
está fazendo alguma coisa realmente diferente, que
traz vantagens imperdíveis e que vai justificar o interesse
de seus clientes potenciais. É a propaganda que associa
sua marca a informações relevantes para esses mesmos
clientes e consolida na mente do consumidor os conceitos
adequados para construir uma marca realmente forte
para seu negócio. Enfim, é a propaganda que desperta
o consumidor para a sua marca.
Propaganda custa caro? Não.
Caro é investir em produção e ninguém ficar sabendo.
Portanto, se propaganda ajuda a vender, fazer propaganda
é um grande negócio. No entanto, você precisa ficar
sabendo que existe uma diferença enorme de investimentos
em propaganda entre os negócios pequenos e os
grandes grupos que precisam vender, ao mesmo tempo,
no país inteiro. Se este não é o seu caso, certamente o
seu investimento não precisa ser o investimento que eles
fazem. Eles gastam milhões para falar com milhões de
pessoas. Você só precisa falar com o seu mercado, com
seu público-alvo, portanto não precisa desperdiçar
dinheiro com quem nunca vai ser seu cliente. Só aí jáexiste uma diferença considerável de investimento em
propaganda. E tem outra coisa: mesmo no seu mercado,
você não precisa começar por cima. Às vezes, ganha
mais quem come pelas beiradas, avança aos poucos,
vai devagar e sempre. Se você não pode dar um salto
muito grande logo, comece pelo começo. Mas não
deixe de dar o primeiro passo. Só assim você vai sair
do lugar e seguir em frente.
Quer um conselho para ganhar mercado
com propaganda? Procure alguém do ramo.
Quando se fala em agência de propaganda, a primeira
imagem que deve vir à sua cabeça é a de empresas que
cobram muito caro, que trabalham com artistas famosos,
com grandes verbas, e que nunca vão se interessar por um
negócio pequeno como o seu. E, no caso de se interessarem,
vão querer cobrar sempre mais do que você pode
pagar. Isso, no fundo, é um mito que se criou, porque os
publicitários, além de saber vender as marcas dos outros,
também sabem se vender muito bem, já que vender
imagem é o negócio deles. Mas, se você conseguir olhar
para a propaganda sem nenhum preconceito e esquecer a
espuma de glamour que envolve o negócio, vai descobrir
um bocado de gente seriamente interessada em fazer a
sua marca valer mais do que vale hoje e vender mais do
que vende hoje. São empresas competentes e profissionalmente
preparadas para atender clientes de todos os
tamanhos. Você vai descobrir que, em propaganda, as
coisas também são proporcionais. Em todos os mercados
existe uma agência na dimensão exata para dar a você
o atendimento que você necessita nas condições que a
sua verba comporta. Faça essa experiência: procure uma
agência associada à ABAP. Você vai ver que propaganda
é um trabalho duro de gente séria.
Você é pequeno, hoje.
Quem apostar
no seu crescimento
cresce junto.
Você pode até se perguntar
porque uma agência de propaganda
estruturada e de
qualidade se interessaria por uma verba pequena como a
sua. A resposta não é difícil de dar. Simplesmente porque
um profissional de propaganda de visão é capaz de perceber
todas as potencialidades de um negócio promissor
tocado por alguém preparado para fazê-lo crescer. É isso
mesmo: há negócios que estão prontos para crescer, só
falta propaganda. Não há novidade nenhuma nessa afirmação.
São muitos os casos de grandes marcas internacionais
que eram apenas uma boa idéia quando nasceram
e que os investimentos em propaganda transformaram
em negócios milionários. Hoje, quando a gente olha para
certas marcas dá até medo. Mas não esqueça de que
qualquer um deles – Coca-Cola, McDonald’s e outros – já
foram um dia exatamente do tamanho que você tem hoje.
Isso quer dizer que você deve procurar uma boa agência
de propaganda se realmente acredita que o seu negócio
poderá ser verdadeiramente grande um dia.
Basicamente,
qual é o papel de
uma agência
de propaganda?
Em primeiro lugar, o
papel de ajudar você
a formular um plano
de comunicação. Plano que vai contemplar tudo aquilo
do que estivemos falando até agora. E que depois vai
desenvolver as peças publicitárias que vão traduzir,
criativamente, para o consumidor, as vantagens que
o seu negócio tem para oferecer. É o poder criativo da
sua agência a arma mais poderosa que você tem para
enfrentar seus concorrentes. Além de criar, sua agência
vai ter a função de controlar a qualidade da produção
das peças publicitárias e a viabilização dos custos mais
adequados, através de uma tomada de preços entre
fornecedores confiáveis. Finalmente, a agência vai
cuidar de colocar você na mídia da maneira mais conveniente,
tanto em termos de custo como de audiência.
Para isso, ela está capacitada para identificar os meios
mais adequados para falar com o mercado que interessa
ao seu negócio, evitando desperdícios e otimizando
ao máximo o seu investimento. É assim que trabalha
uma boa agência de publicidade. Seja qual for o seu
tamanho, seja qual for o tamanho do cliente.
Como funciona, na prática,
a relação cliente-agência?
Você deve se relacionar com os profissionais de publicidade
escolhidos para cuidar da sua comunicação da
mesma forma como se relaciona com outros profissionais
que cuidam de assuntos que são importantes para você,
como a sua saúde e o seu dinheiro, por exemplo. Deve
ser uma relação pautada pela absoluta transparência,
inclusive no que se refere aos pontos fracos da sua
marca e as vantagens das marcas concorrentes. Você
deve falar claramente dos problemas identificados em
seus produtos e serviços e dos motivos deles ocorrerem.
É muito importante também que você aponte
seus objetivos. Se isso tudo não está muito claro para
você, fale também. Só assim a sua agência terá condições
de preparar uma proposta adequada às suas
necessidades e fazer as recomendações mais seguras
para cumprir um plano de metas. E o que é muito importante:
tudo o que for apresentado será discutido com
você, ponto por ponto, para que você aprove todas as
sugestões com absoluta segurança.
Como se paga
os serviços da agência
e como saber que o
pagamento é justo?
A remuneração
de uma agência
de propaganda é
absolutamente clara e está prevista em lei, a Lei 4.680.
É a sua agência quem planeja a presença da sua marca
na mídia, reserva e compra, em seu nome, os espaços.
A remuneração da agência se dá através de descontos
concedidos pelos veículos de comunicação, descontos
que só podem, legalmente, ser concedidos para as agências
de publicidade.
Na área de produção, a agência indica os fornecedores
mais compatíveis em termos de custo e qualidade.
Depois de apresentar e discutir os orçamentos com você,
a agência, quando possível, volta a negociar os custos
com os fornecedores, sem prejuízo da qualidade. Na
produção, a agência se remunera com uma taxa de 15%
aplicada sobre o custo final apresentado pelo fornecedor.
E a agência fica responsável pelo acompanhamento
do trabalho até o final, garantindo o melhor resultado
para você.
Os custos da agência, relativos a criação e finalização
das peças publicitárias e outros serviços internos obedecem
a uma tabela desenvolvida pela ABAP juntamente
com os sindicatos e que deve ser apresentada a você
antes que se comece a desenvolver qualquer trabalho.
Como você vê, a remuneração da agência, em todas as
áreas, é um assunto absolutamente transparente, regido
por lei e acessível a qualquer momento por qualquer
interessado.
A melhor maneira de fazer com que seu investimento
em publicidade ofereça o melhor custo/benefício é preparando
se internamente para confirmar a expectativa
que a campanha da sua marca vai criar no consumidor.
Lembre-se: uma boa campanha de publicidade induz o
consumidor à experimentação. Quem tem que fazer o
consumidor gostar da experiência é você.
fonte: http://webserver.4me.com.br/wwwroot/abap/
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