| |
|
|
| |
LOGOTIPOS CRIAÇÃO DE LOGOTIPOS
Supernova, agência especializada em crição de logotipos, logomarcas, logos e marcas.
www.supernovastudio.com.br
CRIAÇÃO DE SITES
Grupo Anaya, agência especiaçizada em Criação de sites, websites, html, flash design.
www.grupoanaya.com.br |
| |
|
| |
Ele é curto, grosso e pode dar o maior prazer ao seu business.
Por Renato Fridschtein
Confie nessa vozinha insistente que diz:
”Talvez isso funcione; eu vou tentar”
-- DianeMariechild
Muita gente me diz que não é criativa, só que isso é uma grande falácia.
Na verdade, todo mundo é criativo. Para começar você tem de recriar o seu mundo todos os dias. E quem sabe recriar pode muito bem criar.
O que ocorre com algumas pessoas é que elas entopem seus canais criativos com conceitos negativos, sendo o primeiro deles a crença de que não são criativas!
Pensando nessas pessoas, elaborei este artigo que apresenta e comenta um modelo de briefing criativo. É uma abordagem mais racional da criatividade que pode te ajudar a refazer os seus conceitos sobre criatividade.
Briefing tem várias traduções possíveis, mas trata-se de um sumário de informações que é usado em campanhas de marketing.
Então use este modelo para criar o seu documento ou de seu cliente, e em menos de uma hora terá os sucos de criatividade fluindo em seus canais.
Modelo de briefing de criativo
Nome da empresa (insira o nome da empresa)
Nome do projeto / campanha (insira o nome da campanha)
Data de realização:
Tarefa: (o que deve ser realizado nesta atividade)
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Objetivos do projeto: (o que você quer alcançar)
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Objetivos do negócio:
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Objetivo desta comunicação:
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Contexto do projeto: (detalhes relevantes do contexto)
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Estratégia:
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Público alvo:
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Estratégia do projeto: (como vamos motivar nosso publico alvo a agir da maneira como desejamos?)
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Vantagem competitiva circunstancial: (porque eles iriam considerar o seu produto ou serviço em detrimento de outros?)
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Mensagem chave:(Qual é a promessa ou benefício único mais importante para o cliente? Em 25 palavras ou menos.)
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Suporte: (quais as provas que suportam a mensagem chave?)
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Obrigações: (que elementos devem ser incluídos no trabalho criativo? Isto é, gráficos, logos, parafernália legal, etc)
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Orçamento:
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Datas chave:
Data do briefing:
Conceitos criativos apresentados pela agência:
.
.
(deixe um espaço aqui)
.
.
Participaram da elaboração deste documento: (insira aqui os nomes de todos os envolvidos)
Maos à obra
Tái. Agora está com você. Vista o seu chapéu pensador, ligue ou sente-se com os outros envolvidos e aplique este modelo. Você acaba de economizar alguns milhares de reais e possivelmente, elucidado, ou ao menos, abordado as principais questões que permitirão ao seu empreendimento torna-se um sucesso.
© 2006, Renato Fridschtein
Sobre o autor: Renato Fridschtein é autor do ebook 'Dominando os Sites de Busca' e vários outros artigos e ebooks sobre marketing e negócios na internet. Você pode conhecer seu trabalho no site meio.ws e descobrir como ter uma página de sucesso na internet. Entre em contato.
Você pode divulgar este artigo em sua página ou informativo, desde que mantenha o texto intacto, inclua esta nota sobre o autor com os links ativos e esta sentença, e avise-nos quando o artigo for publicado. |
| |
|
| |
|
| |
O velocímetro de alta precisão está à sua disposição sempre que queira saber a velocidade de seu acesso em qualquer momento que esteja ligado à Internet. Este velocímetro é pluricontinental e por isso permite-lhe medir a velocidade de seu acesso não só nas comunicações nacionais, como também nas internacionais, tanto os downloads como os uploads. Ofereça aos seus amigos a possibilidade de medirem também gratuitamente a velocidade das ligações que fizerem à Internet.

|
| |
topo |
| |
|
| |
Estratégias básicas de otimização: faça você mesmo |
| |
|
| |
Você pode tomar uma série de açoes para ajudar seu site a alcançar destaque nos mecanismos de busca. Veja aqui e entenda o que os profissionais especializados normalmente fazem.
Por Ivo Saldanha.
Nos artigos anteriores, vimos que o serviço de otimização de sites em mecanismos de busca é um trabalho de paciência, que mistura métodos técnicos mas pede também uma consistente organização do conteúdo.
Outras boas práticas simples trazem conseqüências importantes, como deixar o conteúdo de seu site livre para ser encontrado facilmente pelos buscadores e assim receber mais público qualificado.
Vimos também que o trabalho de otimização de sites, conhecido como SEO (Search Engine Optimization), compara a performance dos concorrentes nas palavras-chave principais. Estes textos estão no menu à direita.
A seguir abordaremos algumas estratégias de otimização básicas.
Cada profissional SEO estabelece suas próprias estratégias, à medida que vai ganhando experiência no negócio. Porém, para desenvolvê-las, é necessário conhecer os parâmetros que os robôs analisam.
Os parâmetros se dividem nas categorias On-page e Off-page. A primeira categoria diz respeito à URL e à construção de uma página, enquanto a segunda categoria diz respeito às estatísticas de acesso, links externos e Page Rank.
Estratégias On-page
A base dessas estratégias é inserir as palavras-chave escolhidas no conteúdo. Porém, não é correto colocar todas as palavras-chave que foram selecionadas na segunda etapa da metodologia numa só página.
Para a otimização ter resultado, é necessário escolher uma palavra-chave do conjunto e fazer uma página somente para ela. Tomarei como exemplo um site de materiais de construção. Suponha que na segunda etapa da metodologia foram selecionadas como palavras-chave os termos tijolo, argamassa e cimento.
Agora, seria feita uma página sobre o termo tijolo. Essa página deve falar só sobre isso, mesmo que tenha pouco texto. O Google não exige que as páginas contenham muita informação. Então, não misture as outras palavras-chave da lista nessa página, mas faça uma página para cada um desses produtos.
Uma página que trate de uma única palavra-chave passa a impressão de que é muito relevante para a pesquisa e que o webwriter não é dispersivo. É a noção do capítulo de um livro, dita anteriormente. Por isso, não é bom ser muito abrangente.
Outra estratégia é o posicionamento das palavras-chave em todas as tags do documento. É uma regra que deve ser aplicada à toda otimização On-page, pois os robôs buscam onde o termo pesquisado se situa no documento. Nos resultados da pesquisa, a página que tiver a primeira ocorrência desse termo o mais próximo possível do começo do documento ganha a preferência dos robôs.
Algumas táticas de otimização On-page são as seguintes:
URL. Deve conter a palavra-chave principal de uma página. Se ela for composta como “chave inglesa”, use hífens para separá-la como em ”chave-inglesa.html”. Os robots têm mais facilidade de identificar palavras-chave separadas por hífens.
Tag title. É uma das tags mais importantes para a otimização, pois é a primeira coisa que aparece no resultado da pesquisa. Além de precisar conter a palavra-chave, seu texto deve ser o que o usuário procura. Se ele quer estudar os moluscos, o título pode ser: “Moluscos: conceito|características”. É importante tentar sempre posicionar a palavra-chave em primeiro lugar no título. Também deve-ser evitar gastar caracteres com preposições, por isso, prefira usar dois pontos, travessão, barras etc.
Meta tags Description e Keywords. Embora não tenham mais tanta influência no posicionamento, é bom colocá-las, pois há alguns sites de busca que ainda as utilizam. Podem ser usadas pelos diretórios e servem como um roteiro que não deixa o webwriter fugir do tema abordado na página. Ela deve conter a palavra-chave posicionada como a primeira palavra do texto sempre que possível.
Tags h. Deve ser a primeira coisa que aparece na tag body, porque é um elemento de peso para a otimização. H1 tem o maior peso e h6 tem o menor. Essas tags são oportunidades para melhorar a posição, por isso devem conter a palavra-chave e devem sintetizar bem o que pode ser encontrado na página.
Links (textos de âncora). Também têm um peso considerável, pois os robôs presumem que um link leva a uma página que só fala de um determinado assunto. Não é interessante colocar um texto de âncora como “clique aqui”. Esse texto deve conter a palavra-chave que resume o conteúdo da página linkada por ele.
Tags strong, em e atributo alt . Comentados anteriormente, têm um certo peso para a otimização. O atributo alt deve conter a palavra-chave.
Webwriting. Utiliza as táticas anteriores para compor. Muitos dos seus princípios são decisivos para uma boa otimização On-page, como escrever o texto em forma de esquemas e de modo a evitar excessos de palavras. Com isso, pode usar muitas tags h, strong e em, além de sempre ter oportunidades de repetir a palavra-chave ao longo do texto.
Resumo e conclusão. Como foi dito anteriormente, o primeiro parágrafo que vem após a tag h1 e o último parágrafo são o resumo e a conclusão, respectivamente. São os parágrafos mais importantes do texto e são os que devem ter mais repetição da palavra-chave. O texto do primeiro parágrafo é o que será exibido como descrição para o usuário, portanto, deve ser atraente e deve trazer o que o usuário procura, para que ele visite o site.
Menu depois do conteúdo nas páginas internas. Na maioria das vezes, o menu sempre aparece primeiro no código e só depois aparece o conteúdo da página. É interessante inverter essa ordem, usando div’s ou tabelas vazias, pois os menus distanciam a primeira ocorrência da palavra-chave do começo do documento. Essa inversão é boa até mesmo para melhorar a acessibilidade do site, pois usuários de leitores de tela não terão de esperar a leitura do menu para chegar ao que realmente interessa: o conteúdo. Só é aconselhável colocar o menu antes do conteúdo quando se trata da página inicial do site, pois nela, o importante não é ler o conteúdo, mas usar o menu para navegar.
Páginas leves. Outro fator que distancia a primeira ocorrência da palavra-chave do começo do documento é colocar códigos CSS e JavaScript no documento HTML. Separá-los em arquivos do formato .css e .js, além de reduzir drasticamente essa distância, diminui o tamanho do arquivo HTML. Outra maneira de diminuir o tamanho do arquivo HTML é evitar usar atributos e tags voltados para o design ou forçar tags e atributos a constituírem o layout. Por isso, deixe a tarefa de design para o código CSS. Reduzir o tamanho do arquivo é importante, pois páginas com poucos kbytes ganham a preferência dos robots e podem ser visitadas mais vezes por eles, já que a largura de banda foi diminuída.
Atualização. Importante também é a atualização da página. Ela deve ser constante e faz parte do trabalho do profissional SEO criar um mecanismo de atualização. Muitas vezes, a saída pode ser a interação com o usuário.
Estratégias Off-page
A base dessas estratégias é obter Page Rank através de links externos e controlá-lo. Outra prática é prender a atenção do usuário para que ele fique um bom tempo na página e a adicione aos favoritos. Os fatores Off-page decidem em grande parte o sucesso do posicionamento de uma página nos resultados da busca. Algumas táticas de otimização Off-page são as seguintes:
Meta tag Robots, arquivo robots.txt e o atributo rel dos textos de âncora. Determinam se os robots indexarão ou não uma página do site. Se indexarem-na, ela ganha Page Rank. Caso contrário, ela não ganha e poupa para outras páginas.
Mapa do site. Fazer um mapa do site agiliza o trabalho de indexação do robô e ajuda a distribuir Page Rank.
Se o site do cliente foi criado recentemente e ainda não foi cadastrado (indexado) em nenhum site de busca, será solicitado ao profissional SEO executar esse serviço. Ele pode usar programas de cadastramento automático (menos aconselhável), cadastrar manualmente através de formulários que os buscadores oferecem e esperar os robôs descobrirem o site (mais aconselhável). Esta última maneira só será mais rápida se algum outro site já indexado e que seja visitado regularmente por robôs tiver um link para seu site.
Conseguir links em páginas com alto Page Rank ou que sejam autoridades no assunto. O texto desses links externos deve conter a palavra-chave para a qual sua página foi otimizada.
Cadastrar-se em diretórios, como o Dmoz e o Yahoo!, transmite qualidade e confiabilidade ao seu site, além de conseguir um link externo e mais Page Rank.
Fornecer um espaço para links em seu site. Isso, além de facilitar a negociação por um link externo e não ser um motivo para o usuário clicar no botão voltar, pode forçar esse usuário a adicionar seu site nos favoritos, já que seu site é o meio que o leva a outra página que ele gosta. Por isso, é bom selecionar links interessantes para colocar nesse espaço, com intuito de trazer mais informações úteis ao usuário.
Oferecer conteúdo interessante e completo para prender a atenção do usuário.
Cadastro em diretórios
As estratégias e táticas anteriores foram totalmente voltadas para os mecanismos de busca baseado em robôs. Em mecanismos do tipo diretório, o que conta é um conteúdo único, que não pode ser encontrado em nenhum outro site já cadastrado nesse tipo de buscador. Nele, quem indexa os sites são pessoas e, portanto, avaliam mais rigorosamente as páginas.
É por isso que estar indexado em um diretório transmite qualidade e confiabilidade. A indexação nesse mecanismo é mais lenta e muitos sites não são cadastrados por não se adequarem aos critérios de avaliação.
Muitas táticas abordadas anteriormente colaboram para deixar os site amigável para os usuários e, por isso, facilitam a entrada em diretórios. A acessibilidade, o tempo de download e a interação com o usuário atualmente podem ser diferenciais determinantes.
Outra tática é obedecer às regras de indexação dos diretórios, fornecendo uma descrição discreta e um título idêntico ao da tag title. Deve-se escolher uma categoria com poucos sites e que mais tenha a ver com o seu.
Essas são medidas que aumentam as chances de entrada em diretórios. Uma vez na lista, continue com um bom comportamento para permanecer lá. Enfim, o cadastro num diretório reconhecido pode fazer seu site subir muitas posições nos resultados da busca dos mecanismos baseados em robôs.
Consideração final
Evite o spam, pois, além de correr riscos de reputação e de penalidades para o site otimizado, outros profissionais SEO podem te denunciar para os mecanismos de busca. O Google incentiva isso e oferece um formulário para denúncia. [Webinsider] |
| |
topo |
| |
|
| |
O que é marketing, o que não é... |
| |
|
| |
|
| |
No momento em que se usa e abusa da palavra marketing, muito especialmente os despreparados jornalistas que produzem as manchetes dos principais jornais do país, e comentaristas pobres de vocabulário e imprecisos de linguagem, marqueteiros sérios e competentes partem, indignados, em sua defesa.
A moda passa, a utilização inadequada e imprópria do termo se esvazia, e seu verdadeiro significado, com o passar do tempo, acabará prevalecendo. Já a utilização inadequada por profissionais do mundo do marketing e da comunicação, e pelas lideranças empresariais, essa sim, é que é preocupante.
Isso posto, vamos ao que marketing não é, e ao que marketing é. Consultando diferentes e bons autores e consultores, optamos pelos ensinamentos de Jay Conrad Levinson, para definir O QUE O MARKETING NÃO É:
1 - Marketing não é apenas publicidade - Não pense, por um único segundo, que você está fazendo marketing porque faz propaganda. De forma alguma! Existem 100 armamentos modernos, de grande poder, e você está restringindo sua atuação a um único. Ou seja, se você só recorre à propaganda, na melhor das hipóteses, está fazendo 1% de marketing.
2 - Marketing não é apenas marketing direto - Muitas empresas acreditam que tudo se resolve pelo marketing direto. Esquecem-se que mesmo para conseguir o máximo do marketing direto podem e devem recorrer a todas as demais opções de comunicação. Que o marketing direto está muito mais como ponto de chegada do que ponto de partida.
3 - Marketing não é apenas telemarketing - Muitas empresas reduzem significativamente seu poder de fogo por acreditarem poder atender todas as suas necessidades de comunicação pela utilização do telefone. Esquecem-se que a performance do telemarketing aumenta, substancialmente, quando utilizado com os demais mecanismos de comunicação, muito especialmente, a propaganda, e o marketing direto.
4 - Marketing não é apenas folheteria - Muitas empresas acreditam que com meia dúzia de folhetos bem feitos conquistarão o céu. O máximo que conseguirão, além de alguns leitores, é engrossarem o amontoado de coisas inúteis que povoam as gavetas de seus prospects e clientes. Um folheto desacompanhado de outras ferramentas e nada, é a mesma coisa.
5 - Marketing não é apenas show business - Muitas empresas acreditam que restringindo seu marketing ao patrocínio de shows e eventos resolverão todos os seus problemas. Marketing não está exatamente no território do show business, e sim do sell business. De estimular e canalizar aspirações, de motivar pessoas. Até prova em contrário, a função do marketing não é a de entreter pessoas.
6 - Marketing definitivamente não é contar piadas - Muitas empresas passam a vida imaginando divertir e cativar pessoas pela técnica de fazer gracinhas e contar piadas. O máximo que vão conseguir é uma imagem de palhaço.
7 - Marketing definitivamente não é mostrar-se inteligente - Muitas empresas gastam fortunas para demonstrar sua suposta inteligência. Deveriam se preocupar, exclusivamente, em demonstrar, convencendo e mobilizando, seus diferenciais de liderança e o verdadeiro valor de suas ofertas.
8 - Marketing definitivamente não é complicação - Marketing é o culto e o elogio à simplicidade, embora parcela expressiva das empresas insista em recorrer à complicação. E o fazem porque ainda não aprenderam a trabalhar de forma planejada, respeitando os fundamentos.
9 - Marketing definitivamente não é um santo milagre - Muitas empresas acreditam que como o marketing é ´infalível´, quanto mais investirem, independente de métodos e critérios, mais resultados terão. Assim como nas demais coisas da vida, o importante é ser preciso, e não ser excessivo. E ser preciso implica em planejamento, disciplina, compromisso e paciência. No markerting, dinheiro em excesso determina desperdício e inevitável perda de foco - doença fatal.
Agora, O QUE O MARKETING É:
/Segundo o próprio Jay Conrad Levinson, ´É um processo que objetiva a construção de relações duradouras´.
Segundo o Papa Peter Drucker, definição de 1954, e que Theodore Levitt distraidamente se apropriou, ´Marketing é função única da empresa moderna, e que tem por objetivo conquistar e preservar clientes´. Por essa razão, conforme reitera DRUCKER há 50 anos, o marketing é uma atribuição de toda a organização e não apenas de um departamento. E por organização, entenda-se as pessoas que trabalham dentro, funcionários e colaboradores, e os que trabalham fora, fornecedores e parceiros.
´Marketing é tudo o que uma empresa faz; o que não é, é decorrência.´ Ou seja, uma forma mais provocativa e instigante de repetir o que o querido mestre vem pacientemente ensinando.
fonte: mmmkt.com.br
|
| |
topo |
| |
|
| |
|
| |
O impacto do Logotipo |
| |
A primeira impressão que uma loja nos transmite, geralmente, prende-se à imagem de um cliente saindo dela segurando uma sacola, um anúncio inserido no jornal do local, ou mesmo um panfleto enviado por mala direta, meios que deveriam, sem exceção, exibir o logotipo da sua loja, logotipo esse que pode desempenhar um papel de tremenda importância na formação da imagem da loja nas mentes dos clientes.
Passos para a criação do logotipo
Procure entrevistar vários projetistas gráficos antes de você escolher o profissional com quem você pretenda trabalhar. Para mostrar os tipos de letras, os formatos, as ilustrações e as cores que lhe agradam, experimente obtê-los cortando-os de jornais e revistas.
Caso seu orçamento não tenha previsto a remuneração a ser paga ao projetista de criação gráfica, você conta com a possibilidade de executar um projeto do logotipo através de letras-decalque disponíveis nas lojas de artigos de artes, que são passadas, uma de cada vez, à superfície de um papel liso. As ilustrações destinadas a combinar com o logotipo podem ser obtidas através de fontes que contenham estampas para recorte, isto é, livretos repletos de arte e isentos de direitos de propriedade, abrangendo relevos, silhuetas e demais padrões de arte de diversos assuntos, desde gêneros alimentícios a flores. Os relevos, adornos, figuras pontilhadas e estrelas constituem uma excelente fórmula para criar um logotipo.
Fatores a considerar na criação do logotipo
Não importa se a criação do logotipo caiba a um profissional do ramo, ou que você mesmo decida executa-lo; certifique-se, porém, de que o logotipo seja dotado das seguintes características:
- Possibilite fácil interpretação. Se uma pessoa for obrigada pensar demais tentando entender o logotipo, ou mesmo observá-lo por um longo tempo, você pode ter a certeza de que ele não trará o êxito que dele se espera. Nomes desenhados, em especial, precisam ser testados quanto à sua ilegibilidade, antes de prosseguir para a etapa seguinte que envolve o projeto final.
- Desenhado de modo a permitir a sua reprodução em inúmeras variedades. Sugestão: O logotipo de sua loja deve proporcionar ótimas produções em preto e branco, já que é provável que você deseje obter fotocópias dele, ou mesmo usá-lo em um anúncio em preto e branco.
- Adaptável a uma variedade de técnicas de confecções de cartazes, tais como néon de exposição, madeira esculpida ou letras em vinil.
- Projetado de modo a poder ter configurações diferentes, isto é, horizontais, verticais, circulares e retangulares, a fim de preencher os requisitos de layout diversos na arte de confecção de cartazes e sinalizações e de layout de anúncios.
- Um reflexo exato da imagem de sua loja, quer ela tenha um toque de jovialidade, de romance, ou seja voltada ao esporte, etc.
Utilização correta do logotipo da loja
- Os cartões de visita podem ser impressos mostrando o logotipo, endereço e o número do telefone da loja.
- Os cartões de presente podem ser confeccionados através da fotocópia do logotipo gravado sobre a superfície colorida de um cartão de um estoque, com um furo em um dos cantos, e fixados ao artigo ou à embalagem.
- Os cartões menores contendo informações sobre a mercadoria podem ser confeccionados mostrando o logotipo na parte inferior ou superior, inserido-se as informações via letras-decalque.
- O logotipo pode ser impresso em adesivos, por sua vez fixados às sacolas de papel destinadas às compras dos clientes, ou fabricado sob a forma de um carimbo de borracha e estampado sobre as sacolas para dar aquele toque especial.
Reproduzido com a aprovação de The Retail Challenge, do International Council of Shopping Centers, New York, N.Y. The Retail Challenge entrevistou Diane Yokom, presidente da "Yokom Design Consultant Inc.", especializada em imagem do lojista.
fonte: http://pmkt.com.br |
| |
topo |
| |
|
| |
|
| |
Cartões de Visitas, Papéis Timbrados, Envelopes |
| |
A personalidade de sua empresa tem que brilhar através de seu logo, cartão de visita e papel carta. A Supernova possui a tecnologia e o conhecimento para construir uma identidade corporativa para sua empresa com o impacto necessário.
- Nós iremos usar uma abordagem de "full-service" para fazer com que sua identidade corporativa e seus elementos trabalhem com uma variedade de mídias.
- Depois, nós iremos trabalhar seu novo logo ou logo já existente em todos os cartões de visitas, papéis carta, e envelopes/etiquetas, brochuras e capas de apresentações.
- Finalmente, nós iremos trabalhar seu novo tema de cores e editorá-lo em seu webiste e atualizar suas apresentações em multimídia.
Como construir uma marca para sua empresa:
Papéis Timbrados - Tenha certeza de que seu papel de carta inclui todas as informações apropriadas: nomes, endereços, fone, fax, e-mail e endereço da web.
Cartões de Visita - Dependa de seus cartões de visita não somente para manter-se em contato com seus clientes, fornecedores mas também como uma forma de propaganda. Não deixe acabar.
Catálogos - Quando voce não puder representar sua empresa em pessoa, confie nos seus catálogos e brochuras de vendas.
Logos - Seu logo tem que dizer muito sobre a personalidade de sua companhia em um rápido olhar. Deve ficar bom colorido ou preto e branco, em uma variedade de tamanhos e em todos os tipos de materiais. E, seu logo deve durar ao longo dos anos, crescendo com sua empresa.
|
| |
topo |
| |
|
| |
|
| |
Cor, elemento fundamental |
| |
| 07 de setembro 2005 |
Para iniciar, nada seria melhor do que entender um pouco sobre as cores e até onde elas podem nos ajudar.
Significados: Quando falamos das cores e de seus significados, devemos ter dois focos para abordar: o que elas representam para nós e o que podem representar para os outros.
É importante ressaltar que as cores, cada uma com sua característica, têm influência sobre todos nós. Porém, dependendo da experiência positiva ou negativa relacionada a cada uma delas, canalizam de forma diferente nossas emoções. As cores tanto servem para acalmar, quanto para estimular. As quentes (vermelha e laranja) podem trazer estímulos e ânimo às pessoas. Já as frias (azul e verde) podem acalmar e trazer leveza. Mas tudo isso depende de como as pessoas reagem a essas cores.
As cores quentes devem ser usadas em menor escala e misturadas às demais cores frias. Assim, o equilíbrio entre a vitalidade e a tranqüilidade será firmado.
Consultando um dicionário de símbolos encontramos definições estabelecidas para as cores, tais como:
Verde - Cor de equilíbrio, entre a frieza da lógica e a efervescência das emoções. Transmite paz. Integra emoção e razão de uma forma hábil, tão necessária ao equilíbrio de nossa psique. Produz um ambiente calmo e com muita energia ao mesmo tempo.
Azul - Cor da lógica e ponderação. Amplia nossos horizontes, o que resulta em uma visão maior sobre os assuntos que estão a nossa volta. Estimula à razão, a verdade, a lógica, de forma fria (decidida). Cor adequada à locais de conflito presente.
Amarelo - Estimula atenção, afiada e ágil, o amarelo deixa essa situação ao alcance. Ele abre os espaços do conhecimento. Cor de ambição e liderança, simpatia e alegria. Pode abrir o apetite, sendo atualmente muito usada em restaurantes.
Laranja - Cor que envolve a busca de algo novo e curioso. É ideal para quem precisa criar e também para os que querem retirar os medos de críticas e de ir em frente. Cor da liberdade, concentração e independência.
Vermelho - Vínculo afetivo, profundidade nas relações, efervescência, dinamismo, calor, força e agressão. Ela pertence à eternidade dos afetos. Proporciona vitalidade, aumenta a pressão sangüínea sendo excelente para dar mais ânimo e crédito a si mesmo. É a cor que traz em si o poder feminino da sedução.
Preto - Cor do mistério e mantém as intenções no anonimato. Instiga a curiosidade das pessoas, ao mesmo tempo em que se consegue passar despercebido com ela, que camufla as verdades ao exterior. Capta o que acontece sem dizer a que veio. Protege das cargas negativas, mas por outro lado não deixa fluir a energia e, assim, não renova a carga energética do ser humano.
Branco - Vibrante e estimulante por ser a união de todas as cores. Como cada uma das pessoas já carrega uma determinada vibração, é bom saber dosar o uso dessa cor. Produz troca de energia e capta bem a energia solar. Favorece a clareza, trazendo a verdade. Pode tornar um ambiente monótono, levando à dispersão.
Como utilizar:
Estes padrões, ditos como "significados das cores" podem limitar o artista no que diz respeito a criação. Procure agregar seus próprios conceitos à essas informações. Tente focar pontos positivos e negativos para as cores com simples palavras. Você irá sentir que seu significado pode trazer mais possibilidades criativas.
Teremos como exemplo a cor preta:
ponto negativo - Morte, medo e mentira.
ponto positivo - Equilíbrio, força e curiosidade.
Para muitos a cor preta pode trazer a sensação de medo e mentiras, principalmente quando temos em foco os adolescentes góticos. Mas no ambiente empresarial podemos representar o equilíbrio e força, com homens em ternos pretos.
Posso dizer que fica complicado usar uma cor como o marrom, ou qualquer outra, sem ter em mente o que ela pode representar.
Podemos também citar outros pontos:
Cor Branca - Noiva, limpeza, vazio, solidão...
Cor Amarela - Luz, riqueza, sol...
Marrom - Terra (pé no chão), madeira, enjôo.
Você pode reparar que nesses casos, temos links concretos como a noiva, o sol, e a madeira. Inconscientemente vamos trazendo mais possibilidades simbólicas para nosso trabalho, auxiliando então no processo de criação.
As cores Magenta, Púrpura, Escarlate e Marrom não são visíveis no arco-íris, mas vibram de forma intermediária entre uma cor e outra. Essas cores podem não soar muito bem em materiais infantis... a menos que você esteja convicto de sua importância para o mesmo.
Podemos também entender que crianças enxergam melhor as cores vibrantes como o vermelhão, amarelão, azulão, etc. Quanto mais velhos ficamos, mais nossos olhos captam as cores, a escala de cinza é melhor compreendida e podemos até dizer que o mundo vai ficando cada vez mais triste, conforme envelhecemos.
Bom, as regras poderão ser rompidas de acordo com nossos ideais, sempre levando em consideração, a representação da cor no mundo real e seu significado.
Para melhor auxílio, a dica é adquirir um bom dicionário de símbolos. Ele passará a ser seu livro de cabeceira. Não confie em qualquer dicionário, você está procurando um guia para sua aventura interior onde irá resgatar coisas que estão presas em você, coisas que já conhecia mas estavam perdidas.
Fonte: Imasters |
| |
topo |
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
Como desenvolver uma newsletter de sucesso |
|
| |
| 07 de setembro 2005 |
Para que seu Newsletter ou Informativo por e-mail tenha sucesso é preciso atenção para diversos pontos que iremos tratar neste artigo. Um bom newsletter é aquele que a cada edição faz o leitor pensar assim após sua leitura: "Poxa, realmente valeu a pena receber e ler este newsletter".
Quando você não conseguir gerar esta reação ou pensamento em seu leitor não tenha dúvida que ele irá solicitar o cancelamento do recebimento do seu newsletter. Por isso vamos a algumas dicas de como produzir um bom newsletter.
A) Entrada e Saída
Nunca envie informativos por e-mail para pessoas que não tenham solicitado o recebimento. Nunca compre estas listas de e-mail que se costuma vender por ai como "mala direta eletrônica". Esse tipo de pratica tem nome e se chama SPAM.
Você deve permitir que o próprio dono do e-mail cadastre seu endereço em um formulário via web indicando o interesse de receber seu newsletter.
Com a mesma facilidade que ele entra ele deve poder sair. Deixe no próprio formulário de assinatura a opção de cancelamento da assinatura. O seu visitante se sentirá mais seguro ao ver que poderá assinar e cancelar a assinatura do seu newsletter quando bem entender.
Quando um visitante solicitar que seu endereço seja retirado da lista de e-mails que recebem o informativo retire imediatamente. Não cometa o erro de enviar outro informativo para ele.
Deixe bem claro no Newsletter que a pessoa só esta recebendo aquele informativo porque se inscreveu no mesmo através do endereço XXX do seu site. Fale também que caso ela queira deixar de receber o informativo basta cancelar a assinatura pelo formulário da página xxx ou basta responder a mensagem com o subject: REMOVER. É claro que você deverá ficar de olho para ver se alguém pede para ser removido.
B) Conteúdo
A escolha do conteúdo do newsletter é fundamental. Você deverá satisfazer Gregos e Troianos. Tenha certeza que se você não agradar vários leitores irão solicitar o cancelamento da assinatura do seu newsletter.
1. O assunto tratado no newsletter deve ser de interesse dos assinantes. Se os eu site fala sobre MUSICA JAZZ não envie um artigo falando sobre o novo grupo de PAGODE que saiu no Gugu. Se o seu site fala sobre Automóveis o seu visitante quer receber newsletters que falam sobre Automóveis.
2. Coloque o nome do editor dos artigos. Pessoas gostam de se relacionar com pessoas e não com empresas. Por isso é importante que o leitor saiba o nome das pessoas envolvidas com a produção dos artigos e do newsletter.
3. Seja prático e principalmente didático. Quando alguém assina um newsletter é porque esta interessada nas informações que poderá obter gratuitamente via e-mail com aquela assinatura. A pessoa lê o newsletter acreditando que a leitura será útil, irá acrescentar alguma coisa. Pense nisso na hora de escrever.
4. Evite textos muito técnicos e pouco práticos. Não tente provar que você sabe muito, tente ensinar um pouco do que você sabe para os que estão lá do outro lado. Seja prático.
5. Prefira o envio dos newsletters formado de texto puro. Quando você utiliza o formato de e-mail em html você já estará perdendo em media 20% dos seus assinantes que utilizam programas que não permitem a leitura correta de e-mails em HTML. Alguns vão ler o newsletter todo deformado, outros nem conseguiram ler e 20% do total ficará sempre de fora. Fora isso o newsletter em formato texto é mais rápido na hora de enviar e receber a mensagem. Mesmo assim se você preferir enviar em formato HTML cuidado com o uso de imagens. Se você resolver enviar as imagens anexadas, cuidado com o tamanho do e-mail. Basta você enviar um newsletter em um e-mail maior de 20kb que você já estará incomodando e estimulando a saída de assinantes. Se você preferir linkar as imagens lembre-se que a grande maioria das pessoas conecta na Internet, baixa seus e-mails, desconecta e faz a leitura off-line. Isso deixará seu newsletter cheio de erros e provocará uma ma impressão.
6. Se você esta publicando um artigo no seu newsletter evite que este tenha mais de 300 palavras. Basta o seu leitor bater o olho em um texto muito grande que ele começa a pensar duas vezes antes de começar a ler. Tempo é coisa rara pra todo mundo hoje em dia. Se você esta apenas descrevendo links que levarão a mais informações em páginas do seu site utilize no máximo 100 palavras para descrever e logo abaixo coloque o link.
7. Quando publicar links no seu newsletter cuidado para que o endereço não seja muito longo. Alguns programas podem quebrar o endereço e isso tornará o acesso a partir do simples clique sobre o link complicado.
8. Na parte superior do newsletter coloque a lista de todos os TOPICOS que serão tratados no e-mail como se fosse um índice. Isso faz com que o leitor de atenção para todos os textos, mesmo os que ficaram lá no final. Pela lógica os assuntos mais importantes devem ser colocados no inicio já que os textos do final dos informativos são menos lidos.
9. Capriche nos títulos dos textos. Normalmente é na hora que se lê o titulo que o leitor decide se vale ou não a pena ler o resto. Prefira utilizar perguntas ou afirmações que estimulem a curiosidade do leitor. Ex: Quer saber como fazer isso? 10 dicas de como fazer aquilo. Aprenda mais sobre isso.
10. Você pode colocar textos publicitários no seu newsletter. Para que o mesmo não fique chato, use a seguinte regra: 80% do conteúdo deve ser informativo e útil para o visitante e apenas 20% deve ser destinado a textos publicitários. Coloque estes textos entre um tópico e outro do newsletter. Nunca coloque a publicidade logo no inicio para evitar que o leitor simplesmente delete todo o newsletter. Coloque a publicidade logo depois de um texto interessante. Se for possível relacionar a publicidade dentro do próprio artigo ou de forma que existe alguma coisa haver entre o artigo e a publicidade o resultado será muito positivo.
11. No final do newsletter estimule a publicação e a divulgação do artigo da seguinte forma: "Gostou deste artigo? Envie copia dele para seus amigos". Você também pode transmitir a seguinte idéia: "Você tem a nossa autorização para publicar, divulgar, agregar este conteúdo a seu site, jornal, revista e ao seu próprio newsletter".
Por: Equipe Neosite
Fonte: Neosite - http://neosite.ilogic.com.br/artigos.htm
|
|
| |
topo |
|
| |
|
|
| |
Definindo um valor | 08 de setembro 2005 | |
|
| |
Então quando a tabela da ADG parece pouco apropriada para o cliente de pequeno porte (isto varia pra cada região pra cada mercado em questão):
-quanto PRECISO e mereço ganhar por mês?
-vamos supor que a minha remuneração ideal seja R$ 4.000,00 por mês.
-divido 4.000,00 pelo número de dias úteis do mês. em média 20 dias úteis. 4.000/20= R$200,00 por dia de trabalho.
-Quantas horas desejo trabalhar por dia?
vamos supor 8 horas/dia, então: R$200/8h = R$25/hora.
- E finalmente quantas horas necessito para concluir o trabalho e quanto gasto em material infraestrutura etc.
supondo que se trabalharia 40 horas pra se concluir o trabalho: 40h x R$25 = R$ 1.000,00 + gastos diversos (luz, telefone, transporte, manutenção etc).
É claro que estes valores são subjetivos e não se aplicam em todos os mercados, cabe a você definir o quanto é justo e viável (pela qualidade do teu trabalho) de o quanto ganhar por mês.
Dica.: a ADG tem uma boa publicação sobre o assunto "O valor do Design"
Fonte: http://ifdcom.blogspot.com
|
|
| |
topo |
|
| |
|
|
| |
Boas e simples idéias para
implementar mediatamente no seu empreendimento. |
|
| |
| 08 de setembro 2005 |
01. Tenha um Plano de Marketing.
02. Tenha um Calendário de Marketing.
03. Defina o nicho de Mercado e o Posicionamento da empresa.
04. Preocupe-se em ter um NOME FORTE para a empresa
05. Tenha um Logotipo.
06. Seja fiel a seus fornecedores.
07. Tenha um slogan.
08. Tenha cartões de visita, envelopes e papel timbrado.
09. Coloque o marca da empresa na entrada do escritório.
10. Coloque a marca da empresa dentro do escritório.
11. Participe de associações de classe e clubes.
12. Tenha Planos de Pagamento Parcelado.
13. Envolva-se com a sua Comunidade.
14. Dê idéias e consultoria de graça.
15. Faça seminários gratuitos.
16.Tenha mensagens promocionais na espera do telefone da
sua empresa.
17. Tenha Histórias de Sucesso com Clientes.
18. Venda Serviços.
19. Faça FOLLOW-UP em todos os negócios.
20. Contrate funcionários.
21. Tenha um Catálogo de Produtos e Serviços.
22. Publique artigos em revistas.
23. Tenha uma coluna em uma publicação.
24. Tenha um jornal para clientes.
25. Tenha uma lista de razões porque eu devo comprar
da sua empresa.
26. Tenha um computador.
27. Tenha tempo para contatar os seus clientes.
28. Relacione-se com a imprensa.
29. Tenha um programa de indicação de negócios.
30. Tenha um programa de garantia sobre os produtos e
serviços que vende.
31. Tenha folhetos dos seus produtos e serviços.
32. Tenha um web site na Internet.
33. Tenha o escritório em um local que atraia bons funcionários.
34. Eduque os seus vendedores.
35. Mantenha viva uma rede de relacionamentos.
36. Venda qualidade.
37. Faça propaganda.
38. Faça marketing direto.
39. Faça eventos.
40. Tenha uma rede de distribuição e seja fiel a ela.
41. Tenha uma política comercial.
42. Crie novos produtos e serviços.
43. Tenha preços competitivos.
44. Tenha uma lista de clientes potenciais.
45. Seja rápido.
46. Tenha Testemunhais de Clientes.
47. Tenha uma boa reputação.
48. Faça pesquisas de satisfação de clientes.
49. Faça pesquisas de satisfação de funcionários.
50. Realize concursos.
51. Faça marketing na Internet.
52. Ofereça oportunidades para o cliente atualizar seus produtos
e serviços.
53. Tenha Paixão e Entusiasmo por toda a empresa.
54. Seja uma empresa de Valores.
55. Seja sempre alguém que seja fácil de fazer negócios.
56. Tenha uma lista de Clientes.
57. Seja competitivo.
58. Tenha clientes satisfeitos.
59. Trabalhe pelo sucesso dos outros.
E não termina aqui... tem muito mais pela frente.
É aí
que está a beleza do trabalho: NUNCA TERMINA. |
|
| |
topo |
|
| |
|
|
| |
Basta de Marcas! |
|
| |
| 08 de setembro 2005 |
Gilberto Strunck, sócio-diretor da DIA Comunicação de Marketing (www.diacm.com.br) apresenta neste artigo um roteiro básico de como criar identidades visuais para marcas de sucesso. Gilberto é professor e autor de diversos livros no campo do design.
Cansei!
Chega desta vida onde as marcas dominam o meu dia-a-dia.
Onde sou julgado pelas marcas que visto, pelas que me transportam ou viajo.
Pelas de onde me hospedo. Pelas que como, bebo e me higiênizo. Pelas que uso para escrever, telefonar, micrar. Por aquelas dos lugares que freqüento para trabalhar ou me divertir.
Chega desse pré-julgamento que faço dos outros, e de como sou visto pelos outros, em função dos símbolos que exponho de mim.
Chega disso! Quero viver numa sociedade onde eu seja apenas o que sou, sem dar nenhuma “pista” sobre os meus valores. Onde para ser conhecido, tenha que ser “descoberto”, “experimentado”.
Utopia Improvável
Mas isto seria possível?
Num mundo onde a única certeza que temos é a que amanhã tudo vai ser diferente?
No qual a quantidade de conhecimento disponível cresce exponencialmente, propiciando o lançamento diário de novos produtos e serviços, que nos encantam e aumentam a qualidade de nossas vidas?
Como fazer negócios numa sociedade sem marcas?
Onde nossa percepção de tempo é cada vez mais acelerada, cujo ritmo de vida deixaria nossos avós sem fôlego? Onde a briga não é mais entre grandes e pequenos, mas sim entre lerdos e rápidos, aqueles que sabem identificar tendências e mudam continuamente para se perpetuar no mercado.
Num cenário como esse, feroz e muito competitivo, de grandes investimentos e de alta mortalidade de empresas, as marcas servem como aceleradoras dos processos de conhecimento e decisão. Em nossa economia não existem marcas só com uma função um valor de uso. Todas têm também uma representação, que nos é transmitida pela experiência de seu consumo, por suas ações de comunicação, pela indicação de amigos. Vivências que imersas em nossos inconscientes, irão ser lembradas sempre que virmos os signos que as representam.
Como criar identidades visuais para marcas de sucesso
O principal desafio de quem cria identidades visuais é sintetizar, em poucos elementos, a personalidade da marca, expressar graficamente seus valores.
E isso, num desenho original, legível, pregnante e com possibilidades de aplicação de idéias em várias mídias.
Enfim, com trabalho para profissionais.
Para facilitar o entendimento deste processo, vão aqui cinco pontos capitais para que o sucesso seja alcançado.
1. Posse da Marca
A marca é um nome. Antes de se iniciar um projeto de identidade visual, é capital assegurar sua propriedade. A marca deve ser registrada em uma ou mais das 43 classes relacionadas, tipo de negócios no qual será usada, junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. É bom também garantir a posse do seu domínio, para a construção do seu site, junto a FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
2. Posicionamento
É a síntese da personalidade da marca. Sem um posicionamento bem definido, a marca é uma mercadoria. E mercadorias são escolhidas somente com base em seus preços. O posicionamento deve expressar os diferenciais, atributos e benefícios, enfim, a “alma” da marca, que deverá ser representada visualmente.
3. Público-alvo
As pessoas visadas como as principais consumidoras da marca. Aqui vale à pena ressaltar que: identificá-las como pertencentes às classes A2 ou C, não é suficiente para que seus valores sejam entendidos. O ideal é ser ter um perfil comportamental. Sexo, idade, escolaridade, onde moram, como se transportam, o que fazem como lazer, onde se vestem, seus programas de TV. Estes dados são muito mais fáceis de serem interpretados para serem representados.
4. Concorrência
Quais os principais concorrentes hoje e quais os prováveis concorrentes de amanhã, quando a marca se desenvolve e passa a competir em novos patamares?
O mesmo deve ser investigado do ponto de vista geográfico. Será uma marca regional, nacional ou internacional? Estas questões delimitam o tamanho da pesquisa iconográfia que deverá ser realizada para que não sejam desenvolvidas soluções que se assemelham a identidades já existentes.
5. “Parentescos”
É muito comum que novas marcas sejam criadas como extensões de outras. Uma nova empresa fará parte de um grupo existente e isto deverá ficar explícito no projeto. Extensões, verticais ou horizontais, de linhas de produtos e serviços que já estão no mercado. São casos em que a nova marca pega uma “carona” nas outras, diminuindo os investimentos para torná-las conhecidas e atraindo para si os valores já relacionados às originais.
Nestes casos, o desafio é estabelecer a dosagem exata entre similaridade e particularidade, de forma que a nova identidade seja entendida com o grau de “parentesco” que se deseja transmitir.
Invista.... e ganhe
Na maior parte dos casos, os donos das empresas gastam milhões na sua montagem.
Instalações, móveis, equipamentos, sistemas, processos etc. e, na hora de criar sua identidade visual ou a de seus produtos e serviços, ainda insistem em “comprar” preço e não talento e experiência, esquecendo questões fundamentais, como:
No Brasil, menos de 5% das empresas fazem qualquer tipo de publicidade. Assim, sua marca exposta nas embalagens, folhetos, fachadas, uniformes, viaturas..., será a sua única ação de comunicação. O principal sinalizador de tudo que representa.
As vendas por auto-serviço são uma tendência irreversível, em praticamente todos os tipos de negócio. Mais uma vez, a exposição da marca em uma embalagem, catálogo ou display, será fundamental para atrair o consumidor em meio às concorrentes, direcionar sua escolha e levá-lo a compor o que é oferecido.
Finalizando, a identidade visual é a “bandeira” dos processos de branding.
O sinalizador que irá resgatar nos consumidores suas experiências sobre as marcas, levando-os às ações pretendidas. |
|
| |
topo |
|
| |
|
|
| |
Metodologia para criação de identidade visual |
|
| |
| 08 de setembro 2005 |
A identidade visual é o conjunto de elementos gráficos que constituem a personalidade visual de um nome, idéia, produto ou serviço. Estes elementos devem informar à primeira vista, estabelecendo com quem os vê um nível ideal de comunicação. Basicamente são quatro estes elementos institucionais: símbolo, logotipo, cores e alfabeto.
Etapas:
Demanda – A necessidade do serviço por parte do cliente
Briefing – A necessidade do cliente é passada ao prestador do serviço (o designer). Neste momento todos os detalhes são discutidos bem como os requisitos básicos. Um briefing bem feito garante maior eficiência e rapidez no processo, evitando o trabalho ter de ser refeito em situações do tipo: “Não é bem isso, muda tudo...”.
Pesquisa – Nesse momento, é feito um levantamento da identidade visual dos concorrentes, bem como análise de imagens e aspectos interessantes e que venham acrescentar algo ao projeto.
Análise do ambiente – Deve se levar em consideração o ambiente no qual está inserido o produto, definido durante o briefing: público-alvo, posição no mercado, níveis de consumo, políticas internas do cliente, aplicações.
Geração de Idéias – Com todas as informações coletadas e organizadas, a equipe ou indivíduo inicia um processo para gerar idéias e conceitos a serem trabalhados, por um lado mais criativo e menos racional. Nesta etapa poderá ser feito um brainstorming para iniciar o processo criativo.
Definição do Conceito – Após o brainstorming, ocorre uma filtragem do que será utilizado e desenvolvido, ou seja, um conceito a ser trabalhado será definido nesta etapa.
Desenvolvimento do Conceito (Layout) – Inicia-se o processo de desenvolvimento do conceito escolhido, preferencialmente através de esboços em papel, para depois serem finalizados em computador.
Apresentação – Com a finalização da idéia, deve ser feita uma apresentação da solução através de pranchas impressas (conforme anexo). Na apresentação é relevante constar uma prancha com a solução, e uma prancha com as aplicações ( reduções, preto e branco, negativo, opções de cores), explicação do conceito trabalhado, fontes e cores utilizadas. No caso de mais de uma solução, devem ser feitas pranchas indivíduais e apresentadas separadamente. Nesta etapa o cliente irá aprovar a solução, e solicitar as alterações se necessárias.
Correções – Nesta etapa, se necessário serão feitas as modificações e adaptações solicitadas pelo cliente.
Apresentação Final – Uma nova apresentação, nos moldes da primeira, será feita. Novas correções podem ser solicitadas ou não. Se aprovada a solução apresentada, o projeto está pronto a ser finalizado.
Finalização – Após a aprovação da solução, deve ser desenvolvido um manual de aplicação da identidade visual, onde constarão todas as regras e condições de aplicação dos elementos gráficos. Neste momento, o projeto está pronto para ser encaminhado para registro, se necessário. A partir daqui podem ser desenvolvidos todas os projetos que dependem da identidade visual, como papelaria, sinalização, aplicação em veículos, homepage, etc.
Por:Guilherme Borchert |
|
| |
topo |
|
| |
|
|
| |
Plano de Marketing |
|
| |
A equipe da Top Brands (www.topbrands.com.br), liderada por Marcos Machado, desenvolveu esse modelo básico de Plano de Marketing.
Uma das ferramentas mais importantes no processo de gestão de marketing é o desenvolvimento de um Plano de Marketing. Inúmeras empresas, de diversos tamanhos e setores, ficam literalmente perdidas por não possuírem um guia que oriente sua atuação no mercado.
Existem vários modelos de plano de marketing e é impossível dizer que um único formato possa atender as necessidades de todo tipo de empresa. Peculiaridades do mercado de atuação e da própria organização devem ser consideradas na escolha ou construção do modelo de planejamento de cada empresa. O mais importante, no entanto, é que empresa adote um modelo que seja adequado às suas necessidades e crie a cultura do planejamento e ações baseadas no mesmo.
O modelo de Plano de Marketing apresentado a seguir, preparado pela Top Brands, consultoria de marketing especializada em gestão de marcas, compreende os principais tópicos que um bom Plano de Marketing deve abranger:
Missão da Organização
Deve traduzir a razão de ser da empresa sob o ponto de vista do mercado e não dos acionistas/proprietários. A empresa existe para atender/resolver que tipo de necessidade do mercado? A sobrevivência e a perpetuação da empresa dependem da relevância de sua missão e de sua capacidade de executá-la. Uma vez definida tem que ser compreendida por todos os membros da organização.
Análise de Mercado
Quais as principais tendências dos consumidores/clientes no seu mercado? Que hábitos estão mudando? O que está mudando na maneira como seus clientes buscam soluções para suas necessidades? Quais fatores externos, econômicos, políticos e demográficos podem afetar seu mercado no próximo ano? Quais seus principais concorrentes, seus pontos fortes e fracos?
Histórico do Desempenho da Empresa
Faça uma análise do desempenho de sua empresa nos últimos anos. O ideal é trabalhar tanto com dados de desempenho no mercado, como, por exemplo, participação de mercado, mas também com indicadores de desempenho internos como evolução das vendas, margens, lucro líquido, etc.
Objetivos de Mercado Com base na análise do item anterior, quais os objetivos e metas para o próximo ano? Que volume de vendas, participação de mercado e lucratividade se espera atingir? Há objetivos de lançamento, mudança de imagem, reposicionamento? Os objetivos devem contemplar tantos aspectos internos como externos à organização. Os objetivos devem ser relevantes para o desempenho da organização, mensuráveis e ao mesmo tempo desafiadores e atingíveis.
Estratégia de Marketing
Quais as principais estratégias que a organização vai seguir para atingir seus objetivos de mercado? Defina como vai segmentar o mercado. Posteriormente defina seu posicionamento de mercado, ou seja, como pretende conquistar os clientes definidos como alvo. Sua empresa adotará uma estratégia de liderança de mercado, seguidora ou ocupante de nicho? Seu posicionamento estará baseado em preço ou valor? É importante definir com clareza sua estratégia de marketing.
Composto de Marketing
A partir de um processo de segmentação e posicionamento bem elaborado é possível definir as principais ações para o Composto de Marketing: produto, preço, distribuição e comunicação. Quais as principais características que o produto/serviço oferecido ao mercado deverá contemplar? A que preço e condições será comercializado? Será distribuído/vendido de que forma e em quais canais? Como será feita a comunicação com o mercado, utilizando que meios e com que mensagem?
Controle e Acompanhamento
Uma empresa que de fato pretende adquirir a cultura da ação baseada no planejamento tem que ter algum sistema de acompanhamento. Relatórios de desempenho interno ou pesquisas de mercado, alinhados com os objetivos e metas são muito importantes. Duas ou três revisões anuais do plano também são recomendáveis. Mas não exagere! A energia dispensada ao controle não pode ser maior do que aquela utilizada na implementação.
Anexos
Relatórios, dados, pesquisas que ajudam a esclarecer e dar sustentação às recomendações feitas anteriormente. |
|
| |
topo |
|
| |
|
|
| |
Toda empresa depende de apresentações |
|
| |
| 08 de setembro 2005 |
A Internet criou um novo modo, muito mais barato e eficiente, de divulgar e promover qualquer coisa que se imagine. O envio de um e-mail para muita gente ao mesmo tempo, visita a vários sites ou mesmo um download podem ser feitos em poucos segundos e ao mesmo tempo de tantas outras coisas. Tendo palavras ou um texto que despertem a curiosidade do internauta à primeira vista, a chance de algo correr a rede é muito grande.
Não apenas o cuidado com o que se coloca na rede deve ser tomado, como também a divulgação de qualquer material para outras pessoas deve ser feita de maneira cautelosa e segura, já que nos dias de hoje qualquer um pode colocar o que bem entender na Internet, seja utilizando um scanner, um gravador, uma câmera digital ou tantos outros aparelhos. Até um boato pode ganhar o mundo, como foi caso do celular grátis que a empresa de telefonia Ericsson estaria distribuindo para quem enviasse e-mails para sua lista pessoal.
A ordem agora é aproveitar tudo que estas novas tecnologias estão oferecendo, mas buscando minimizar o risco de que algo inesperado seja divulgado. Mais forte que o boca a boca, hoje surgiram os conceitos do e-mail a e-mail, site a site e blog a blog. Por isso, aproveite enquanto ninguém inventa algo mais rápido e mais forte para ser reconhecido, mas com a certeza de que esta será uma fama positiva.
MO ditado popular “Quem tem boca vai a Roma” é uma verdade em nossa vida. A necessidade de se comunicar existe desde os primórdios. E hoje, é fundamental para o crescimento e conquistas do ser humano.
Atualmente, na Era da Informação, temos a necessidade de nos comunicar e obtermos informações com mais agilidade. E, com isso, o ser humano precisou se adequar às novas ferramentas de comunicação, como a Internet.
A Internet está na boca do povo e até se tornou chique falar dela. Porém, poucos são os que sabem utiliza-la para expressar suas idéias.
A Internet é um ambiente livre para exposição de idéias, onde protestos, iniciativas, divulgação pessoal e institucional podem ser feitos sem dificuldade. É um espaço que, se bem aproveitado, transforma o pequeno em grande, mas também o grande pode ficar pequeno, quando mal utilizado.
Já estamos em ritmo de eleição e temos observado que muitos candidatos possuem uma assessoria de marketing capenga. Pois, ainda não acordaram para a mídia, na qual há liberdade de publicação de propostas e opiniões em tempo real e 24 horas por dia.
Há também aqueles que têm site, mas não o divulga. Ou seja, estão perdidos em um grande mar de informações, onde dificilmente alguém o achará.
Pior do que não divulgar o site é administrá-lo mal, tanto na atualização como na interatividade com o usuário. Isso sem contar o layout, que representa a imagem do candidato.
O período de eleições é de três a quatro meses, sendo assim o tempo deve ser bem aproveitado. Qualquer forma de exposições de propostas e idéias é bem vinda.
A Internet é um palco tanto para candidatos à eleição, quanto empresas e instituições públicas. Vale lembrar que o cuidado dado às publicações na web é o mesmo das mídias impressa e televisiva. Para que este grande palco não se torne um picadeiro é fundamental confiar a criação e a manutenção do site a um profissional. Somente assim seu site terá a notoriedade merecida.
Mudando o ditado: um bom site vai a Roma, Tokyo, Alaska, La Paz, Islândia e até à pequena ilha de Tuvalu, na Oceania.
O gerente geral de comércio eletrônico do Grupo Pão de Açúcar, Jonas Ferreira, foi o convidado do Publicitário Interativo de 30 de junho de 2004. Para ele, o comércio eletrônico no Brasil já não deixa nada a desejar frente aos padrões internacionais, seja na questão dos prazos ou de entrega.
"É fundamental no e-commerce conhecer os clientes e seus instrumentos de acesso à Internet, para utilizar de forma adequada esse híbrido", acrescentou o profissional.
Ferreira diz que hoje o Grupo Pão de Açúcar possui uma estratégia de multicanal, valorizando acima de tudo que o cliente compre com a empresa, seja através do varejo ou da Internet. "O que interessa é que ele compre com a gente."
O profissional, que já tem experiência de 12 anos em marketing e negócios, tendo atuado em marketing direto na Virgin Records em Los Angeles, disse que dos usuários de Internet no Brasil, de 20 a 25 milhões de pessoas, apenas 2 a 2,5 milhões compram por esse canal. "Vamos acompanhar com certeza uma evolução desse canal", defendeu. Ferreira acredita que o número de compradores pela rede no País pode chegar a 8 milhões. |
|
| |
topo |
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
|
|
| |
|
|
|
|
|